MORO, CURITIBA E A SUPOSTA REPÚBLICA

por Andrea do Rocio Caldas; com Charge de Aroeira

Reprodução - internet / Charge de Aroeira
A admissão da parcialidade de Moro, pelo Supremo, representa um pequeno passo na tentativa de resgate de alguma credibilidade da justiça burguesa. Não é e nunca foi apenas sobre Lula. É uma sinalização de que juízes não podem tudo. E exatamente por isto é um fato muito positivo, neste mar de arbitrariedades e exceções em que vivemos.

A admissão da parcialidade de Moro, pelo Supremo, representa um pequeno passo na tentativa de resgate de alguma credibilidade da justiça burguesa. Não é e nunca foi apenas sobre Lula.

É uma sinalização de que juízes não podem tudo. E exatamente por isto é um fato muito positivo, neste mar de arbitrariedades e exceções em que vivemos.

É, também, uma sinalização de que Moro – que nunca foi, efetivamente, da “turma”- deixou de servir.
Cumpriu o serviço e foi dispensado.

É assim que a burguesia se comporta, inevitavelmente, com seus serviçais.

Ademais, Moro aparecia com uns 10% de intenção de voto, nas pesquisas eleitorais.

Pouco pra se cacifar mas, muito para atrapalhar o jogo da direita que, ao que parece, não pretende dispersar tanto os seus votos, como na eleição passada

A tal da “República de Curitiba”, depois de realizar o seu papel tradicionalmente conservador, retorna à sua insignificância nacional.

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